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O racismo
sionista discrimina até membros da própria
religião judaica como, por exemplo, as falashas,
judeus negros provenientes da Etiópia, que são
impedidos de residir em bairros dos judeus
brancos para não desvalorizar os imóveis destes
últimos. Os judeus negros são obrigados a
residir confinados em guetos em Israel.
A filósofa judaica Hanna Arendt, no seu livro
Eichmann em Jerusalém, afirma: "Nós não
estabelecemos distinções étnicas em Israel,
onde as leis rabínicas estabelecem o status
pessoal dos cidadãos judeus, tendo como
resultado que nenhum judeu pode casar-se com um
não-judeu e se alguém tiver mãe não-judia,
não pode casar-se, nem ser enterrado".
No documentário feito para a televisão "Os
judeus na Amazônia", um deles afirma:
"O judeu nasce privilegiado. Ele nasce mais
inteligente dos que os outros. Em qualquer parte
do mundo onde tem um judeu, ele se sobressai nos
negócios dele. Por que? Porque ele é mais
sabido, inteligente".
Durante a 40º Feira do Livro do Porto Alegre,
ocorrida em novembro deste ano, surgiu, na
barraca da Revisão Editora um sionista
-emocionalmente descontrolado -reclamando em voz
alta contra nossas obras expostas, taxando-as de
racistas e mentirosas. Diante da atônita
assistência que logo se formou, berrou que de
judaísmo ele entendia e que "felizmente
pertencia a uma raça privilegiada"...
Neste contexto, quase inacreditável (mas
compreensível), destaca-se a irracional
afirmação do vice-presidente do Congresso
Mundial Judaico, Kalman Sultanik: destilando todo
o preconceito racista, xenófobo e de
superioridade característico daquela
organização e dele próprio, esta alta
autoridade do sionismo internacional declarou que
estava "chocado com o Cardeal-primaz da
Polônia, Josef Glemp, por ele dizer que todas as
vítimas são iguais", referindo-se à
opinião do Cardeal de que os não-judeus que
morreram em Auschwitz deveriam igualmente ser
homenageados... Sem entrar no mérito da
discussão (lá deles), sobre quem vale mais que
quem, salta aos olhos o teor racista da
manifestação do vice-presidente do Congresso
Mundial Judaico.
"Um Milhão de Árabes Não Valem a
Unha de um Único Judeu"
Por ocasião do enterro do assassino judeu Baruch
Goldstein, autor do massacre de mais de 60
palestinos em Hebron, o mundo ouviu estarrecido
da boca do rabino israelense Yaakov Perrin aquela
máxima, que sintetiza magistralmente o
pensamento do racismo sionista judaico a respeito
do restante da humanidade: "Um milhão de
árabes não valem a unha de um único
judeu".
Estes são apenas pequenos exemplos de um mar de
manifestações judaico-sionistas reafirmando a
condição de superioridade, povo eleito, dono da
verdade, que os judeus sionistas apregoam
eternamente. São, evidentemente, posicionamentos
políticos-doutrinários que provocam surpresa e
antipatia generalizada, até entre pessoas sem um
maior conhecimento histórico.
Em virtude de ter á sua disposição
praticamente todos os meios de comunicação
existentes no mundo ( a ininterrupta
apresentação e reapresentação de filmes que
insistem em mostrar os judeus como eternas
vítimas continua sempre, apesar da audiência e
da credibilidade cada vez menores), o Sionismo
(movimento racista, político, ideológico e
nacionalista judaico, totalmente voltado aos
interesses de Israel e seu secular plano de
domínio mundial) tem total facilidade em
difamar, repudiar, injuriar, ofender, discriminar
ou boicotar qualquer pessoa, ou grupo, que
contrarie, que desminta e desmascare seus
intentos, usando para isso centenas de
organizações que possuem enquistadas em todo
país onde se encontram, capitaneadas pelas
famigeradas Federações Israelitas.
Sionismo é Racismo. Revisar a História
Não É!
É doloroso -na qualidade de pesquisador
histórico, ocupado em transmitir em livros parte
das minhas amplas pesquisas -ser processado na
minha própria pátria por um verdadeiro bando de
fanáticos inconformados com os resultados
constantes das nossas obras, chegando -pelas mais
diversas formas de pressão -ao ponto de
assistirmos a humilhação de ter livros
apreendidos, para exames pela Justiça, baseado
em acusação de suposto racismo! Afortunadamente
a Justiça Brasileira tem sido exemplar, e nos
únicos processos concluídos até agora contra
mim, fui totalmente absolvido. Em vista do grande
acúmulo de processos e também pela complexidade
da matéria, as decisões, infelizmente, têm
sido bastante lentas, fato que é aproveitado
pelos sionistas, através da imprensa escrita,
rádios, TV Globo, SBT, Manchete, Cultura, etc.,
para continuar nos apresentando como escritor e
divulgador de livros "nazistas",
"racistas", "anti-semitas",
fato que tem nos trazido prejuízos morais e
também elevados prejuízos financeiros nos
últimos anos de boicotes e processos. Felizmente
a ampla divulgação de que sou racista é tão
verdadeira como a afirmação de que seis
milhões de inocentes judeus foram mortos em
câmaras de gás durante a II Guerra Mundial!
Os sionistas, porém, na condição de donos da
mídia, do capital e conseqüente influência
junto aos governos de países e da ONU -onde
Israel é o campeão absoluto no não-cumprimento
de Resoluções -estão tratando de forjar Leis
especiais, através das quais pretendem perpetuar
suas mentiras, impedir qualquer forma de
contestação às suas "verdades" e
castigar quem se atrever a desmentir um único
elemento do povo judeu, pretendendo o status de
inatacáveis!
Eles conseguiram recentemente que a Suíça
(caixa-forte de dinheiro sujo do mundo) adotasse
a seguinte Lei, que deverá entrar em vigor no
dia 1º de janeiro de 1995:
"1º - Quem abertamente incentivar ao ódio
ou descriminação contra uma pessoa ou um grupo
de pessoas por causa de sua raça, etnia ou
religião;
"2º - Quem abertamente espalhar ideologias
que visem o menosprezo ou difamação dos
pertencentes a uma raça, etnia ou religião;
"3º - Quem com o mesmos objetivo organizar
ações de propaganda, divulgar ou participar;
"4º - Quem abertamente através da palavra,
letra, fotografia, gestos, realizações ou
outras formas menosprezar ou discriminar uma
pessoa ou grupo de pessoas por causa de sua
raça, etnia ou religião, ou por uma dessas
formas negar, desmistificar de forma grosseira ou
procurar justificar genocídios ou outros crimes
contra a humanidade;
"5º - Quem numa obra, destinada ao público
em geral, rejeitar uma pessoa ou um grupo de
pessoas por causa de sua raça, etnia ou
religião, será punido com prisão ou
multa."
Leis Para Criminalizar a Pesquisa
Histórica!
Caso esta lei já estivesse aprovada, jamais o
mundo ficaria sabendo -meio século depois -que o
tristemente famoso Massacre de Katyn foi
perpetrado pelos comissários
soviético-sionistas, que assassinaram 4.500
oficiais da elite militar polonesa, colocando a
culpa nos alemães e -inclusive -enforcando
posteriormente oficiais e soldados alemães por
este crime, cometido pelos próprios julgadores,
fato que era do total conhecimento de todas as
altas autoridades civis e militares aliadas.
Somente o trabalho incansável de Revisionismo
Histórico, pesquisando incessantemente durante
mais de meio século, permitiu o desmascaramento
para o público em geral desta terrível
injustiça: se esta lei já estivesse em vigor,
nada disso poderia ser contestado! Se essa lei
já estivesse em vigor, também a farsa dos 4,5
milhões de gaseados de Auschwitz igualmente não
poderia ter sido desmascarada! Assim também a
farsa do "diário" de Anne Frank
-escrito com caneta esferográfica, um invento
dos anos 50, ou seja, após o término da guerra
-jamais teria chegado ao conhecimento público.
Se esta lei já estivesse em vigor, também o
terrível embuste da "Lista de
Schindler" não poderia nem sequer ser
comentado sob uma forma crítica, pois seria
considerado Crime este tipo de pesquisa
histórica!
Teríamos, também no Brasil, esta vergonhosa Lex
Sionista, autêntica lei da prepotência que
vigora na Alemanha subjugada e na França servil
e que deverá vigorar na democrática Suíça a
partir de 1º de janeiro de 1995.
As autoridades governamentais, deputados e
senadores desses países, por ignorarem
totalmente as revelações revisionistas, que
desmascaram toda essa longa farsa histórica -ou
por submissão à pressão de interesses
político-financeiros -deixam-se influenciar
pelos sempre lamurientos, intolerantes -mas
eficientes -sionistas, escudados pelo que de mais
importante possuem, ou seja: seus grupos
financeiros e conglomerados multinacionais que
dominam os mais importantes setores econômicos
do mundo.
O Revisionismo -como movimento de pesquisas
históricas -aprova totalmente a instituição de
leis que visem combater o racismo, mas lutará
contra o cerceamento da liberdade de expressão e
pesquisa no campo do pensamento e do
questionamento da História. E esta lei suíça,
que provavelmente deverá servir de modelo a
determinados legisladores brasileiros no sentido
de tentarem uma revisão constitucional visando
impedir a continuidade das investigações
revisionistas também no nosso país, esconde-se
ardilosamente dentro de uma lei anti-racista
(finzinho do parágrafo 4º da lei suíça...)
para garantir imposição sionista que visa
fundamentalmente a manutenção da Mentira do
Século -o "holocausto" judaico -e a
permanência indefinida da vitimização do povo
judeu, peça-chave no seu plano secular de
dominação mundial. Como exemplo vivo da
aplicação deste tipo de lei, informo que meu
livro Holocausto: Judeu ou Alemão? -em
tradução alemã -que contradiz de forma clara e
inequívoca a versão dos vencedores (que ainda
ocupam militarmente a Alemanha), sendo, portanto,
uma obra favorável ao povo alemão, não pode
ser comercializado naquele país, pois contraria
a lei alemã(?) que proíbe duvidar do
"holocausto"...! (Em tempo: para uma
melhor compreensão deste estado de coisas, é
bom lembrar que até hoje os Aliados não
firmaram o Tratado de Paz com a Alemanha, fato
que a torna um Estado títere.)
Temos a absoluta certeza de que -a exemplo dos
Estados Unidos e do Canadá -qualquer tentativa
antidemocrática de implantar no Brasil o
cerceamento à opinião a à liberdade de
pesquisas e sua divulgação, encontrará a firme
e decidida oposição e repúdio da Justiça
brasileira.
Fernando Henrique Cardoso
A partir de 1º de janeiro de 1995, Fernando
Henrique Cardoso será o supremo mandatário de
nosso país durante quatro anos. FHC foi eleito
com a estranha unanimidade e total apoio da
mídia brasileira. Nem a apressada substituição
de seu vice de chapa, por problemas
"técnicos", nem o escândalo das
declarações do ministro Ricupero -que teriam
implodido qualquer candidato em um sistema sério
-foram motivos para alterar o rumo da opinião da
imprensa. Apesar da longa tradição de
maracutaias da nossa história republicana,
jamais algo semelhante tinha ocorrido,
confirmando o que antecipou o brilhante
jornalista Hélio Fernandes no jornal Tribuna da
Imprensa, um dia antes das eleições:
"Dentro de algumas horas FHC será
proclamado presidente pelas maiores forças que
já sufocaram o país. E começará a posar de
presidente eleito pelo voto direto, no primeiro
turno."
Ao acordarmos no dia 4 de novembro, lá estavam
as manchetes de todos os jornais, indicando a
vitória de FHC, antes da abertura e contagem de
uma única urna. A imprensa não concedeu um
único minuto ao leitor para "torcer"
por outros candidatos. A bipolarização do
pleito já tinha sido decidida anteriormente em
misteriosos e alienígenos gabinetes e repassada
às redações servis.
Enéas e Brizola foram os únicos que sempre
atacaram duramente o candidato vencedor, sendo
portanto "podados" pelos
suspeitíssimos institutos de opinião pública.
Ao contrário do que sempre afirmou, FHC não foi
cassado em 1964 e nem em 1968; não teve direitos
políticos suspensos; não foi preso, perseguido
ou exilado. Viajou primeiro ao Chile e depois à
Europa, financiados e mantido pela
internacionalista e apátrida Fundação
Rockfeller.
FHC Quer Proibir A Pesquisa Histórica
Em um dos poucos pronunciamentos que fez como
senador, FHC leu um discurso atacando nossa
editora como "publicadora de livros de
propaganda anti-semita e pró-nazista" . Seu
pronunciamento sionista inicia com a frase
"Há cinqüenta anos do início da II Guerra
Mundial...", exatamente as mesmas palavras
constantes no início das cartas que a
Federação Israelita do Rio Grande do Sul enviou
às livrarias pedindo o boicote aos nossos
livros, fato que não deixa dúvidas de que seu
discurso foi preparado e redigido por aquela
Federação estrangeira.
As ligações de FHC com o Grupo Rockfeller, com
os banqueiros credores da nossa impagável
dívida externa, com a entidade internacionalista
Diálogo Interamericano, com as Federações
Israelitas enquistadas no nosso país, suas
próprias ligações familiares (família
Zylberstejn), sua recente e suspeitíssima visita
ao cemitério judaico de Praga e ao campo de
concentração de Terezin, explicam seu
posicionamento contra nós e deixam antever sua
aprovação e até incentivo, como presidente da
República, a todas as iniciativas que o sionismo
internacional vem promovendo contra o movimento
revisionista histórico.
A estes intentos, porém, transmito novamente,
para conhecimento geral, o despacho do
desembargador João Andrades Carvalho, por
ocasião do julgamento do mandado de segurança
para a liberação dos nossos livros:
"A Constituição é brasileira, feita para
brasileiros. Somos uma nação pobre, mas
dispensamos os guardiões de nossa
consciência."
Faço minhas também as palavras de Dr. Marco
Pollo Giordani:
"Não compactuamos com a farsa de uma
sociedade medrosa e covarde. Nós somos daqueles
que repelem, veementemente, o monopólio e o
alienamento da intelectualidade."
Portanto, a estes manipuladores e farsantes da
História, comunico que somente deixarei de
divulgar o resultado de minhas pesquisas, como
sempre fiz, cumprindo os Estatutos do Centro
Nacional de Pesquisas Históricas - CNPH, se as
forças antinacionais que pretendem se apoderar
de minha Pátria conseguirem a aprovação de uma
lei clara, inequívoca e ditatorial
"proibindo escrever qualquer obra
histórica, sem a prévia aprovação israelita
", conforme consta na obra "Os
Protocolos dos Sábios de Sião" (Revisão
Editora).
Os Protocolos do Sábios de Sião um
Plano em Marcha!
Vejamos o que diz o sinistro Plano à página 115
da referida obra:
"Se houver quem deseje escrever contra nós,
não haverá quem imprima. Antes de aceitar uma
obra para imprimir, o editor ou impressor
consultará as autoridades a fim de obter a
necessária autorização. Deste modo
conheceremos de antemão as emboscadas que nos
armem e as destruiremos, dando explicações com
antecedência sobre o assunto tratado".
Ou ainda, à página 114 do mesmo livro:
"Quem quer que deseje ser editor,
bibliotecário ou impressor, será obrigado a ter
um diploma, o qual, no caso de seu possuidor se
tornar culpado de um malefício qualquer, será
imediatamente confiscado. Com tais medidas, o
instrumento de pensamento se tornará um meio de
educação nas mãos de nosso governo".
E ainda à mesma página 114:
"Nada será comunicado à sociedade sem
nosso controle. Este resultado já foi alcançado
em nossos dias (note-se que este plano foi
elaborado há quase 100 anos atrás...), porque
todas as notícias são recebidas (e
distribuídas) por diversas agências, que as
centralizam de todas as partes do mundo. Estas
Agências estarão, então, inteiramente em
nossas mãos e só publicarão o que
consentirmos"!...
Provas do Domínio Sionista Sobre Nossa
Imprensa
A respeito do domínio e controle sionista sobre
nossa imprensa tivemos a mais ampla constatação
quando a Revisão Editora e o Centro Nacional de
Pesquisas Históricas - CNPH lançaram, no dia
1º de maio deste ano um Prêmio Esclarecimento
no valor de CR$ 6.000.000,00 à primeira
testemunha ocular judaica que comprovasse a morte
de um único judeu nas alegadas câmaras de gás
de Auchwitz, perante uma comissão formada por
estudiosos do assunto, sob a presidência de um
militar brasileiro.
Todos os jornais filiados a ANJ - Associação
Nacional dos Jornais, bem como outros da chamada
imprensa alternativa, receberam o convite com as
informações a respeito do importantíssimo e
inédito desafio, por fax e por carta. Jornais
locais e alguns dos órgãos mais influentes
foram contatados inclusive por telefone.
Resultado: nada foi publicado. Como o Prêmio
tinha validade por dois meses, fizemos uma
campanha-monstro em todo o país, enviando os
folhetos-convite a todas as autoridades do poder
executivo e legislativo, bem como uma ampla
panfletagem nos semáforos e locais públicos de
Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.
Resumindo o resultado da tentativa de
esclarecimento, vimos que nenhum órgão da
imprensa publicou a instituição do importante
Prêmio, que foi lançado em ato solene aberto ao
público e convidados no salão nobre do Hotel
Continental de Porto Alegre. Durante os dois
meses de validade do mesmo, nenhuma
"testemunha ocular" se candidatou a
recebe-lo; fato que levou um militar, leitor de
nossos livros, a comentar:
"Podem ser mentirosos, mas não
burros!..."
"Israel É Um Câncer Para Os
Judeus"
Nos meus livros Holocausto: Judeu ou Alemão? e A
Implosão da Mentira do Século, apresento uma
fotografia de rabinos em Nova Iorque, durante uma
manifestação, portando cartazes onde se
lê:"Israel is a Câncer for Jews",
fato que indica tratarem-se de judeus
não-sionistas e que se colocam contra a
existência do racista, inviável e
artificialmente criado Estado.
No dia 5 de julho de 1994, o rabino Moshe Hirsch,
do movimento judaico ortodoxo Naturei Carta, que
é contrário à existência do Estado de Israel,
foi cumprimentar o líder palestino Yasser
Arafat. Em entrevista no jornal Folha de São
Paulo, foi lhe perguntado por que era contra a
existência do Estado de Israel. Resposta do
rabino Hirsch:
"Porque é um estado Pepsi-Cola. Não é só
porque temos judeus produzindo Pepsi-Cola que a
bebida se torna Kasher (preparada de acordo com
os preceitos religiosos judaicos). É a mesma
coisa com o Estado. Não é porque temos judeus
no comando do Estado que ele é judeu."
À pergunta da Folha, sobre sua opinião a
respeito de um Estado Palestino, respondeu:
"Este é o Estado mais Kasher -puro- que
podemos ter. Para nossa crença ele nos serve da
melhor forma. Nós judeus (religiosos) estávamos
aqui antes de os sionistas terem invadido o
Oriente Médio. Nós não reconhecemos o Estado
sionista. O Sionismo corrompe os ideais do
judaísmo."
Perguntado se viria a morar num Estado Palestino,
respondeu:
"Eu vivo em Meã Shearim, Palestina"
(Meã Shearim é um bairro de Jerusalém), numa
claríssima indicação de não-reconhecimento do
Estado de Israel.
O mais estarrecedor é que em Israel -Estado que
não tem uma Constituição escrita -também não
existem leis que punam ou multem pessoas que, a
exemplo do rabino Hirsch, se colocam contra a
própria existência do país. No entanto, nos
demais países , os sionistas se atrevem a querer
impor leis que proíbam historiadores a revisar a
História!... Nunca foi mais válida a máxima
que diz "não existe pior mentiroso do que
aquele que acredita nas suas próprias
mentiras".
O Movimento Sionista está fanaticamente convicto
de que Isael é a única salvação para o mundo
judeu. Assim, os cidadãos de outros países que
pertencem à fé judaica são levados a crer que
têm obrigação e dever de auxiliar Israel
-tanto política quanto financeiramente -sem
levar em consideração se tal auxílio e
assistência é, ou não é, do interesse dos
países onde se encontram, ou se é compatível
com seus deveres nacionais. Israel é um Estado
baseado na presunção de que o povo de fé
judaica -em qualquer parte do mundo -constitui
uma Nação.
Não tendo nossa pátria uma unidade étnica,
pois é de formação multirracial, jamais
poderá aceitar que a Lei do sangue se torne
aplicável, aceitando que brasileiros aqui
nascidos possam continuar com a nacionalidade do
seus pais e avós. Tal situação solapa as bases
de nossa nacionalidade, cimentada no pluralismo
racial e no anti-racismo.
Portanto, quem nasce no Brasil, só pode ser
brasileiro.
Completamente contra esta concepção, vejamos o
que diz o programa aprovado no Knessnet
(Parlamento israelense), com referência ao
Movimento Judaico / Sionista Mundial:
"De acordo com o Direito Legal da
Organização Sionista Mundial e a Convenção
entre o Governo e a Agência Judaica Executiva, o
governo dará seu apoio legal ao Movimento
Sionista, dando ênfase à demanda de :
desempenho pessoal de objetivos sionistas e
aumento voluntário de auxílio financeiro;
difusão da língua hebraica; fomento do
Movimento Pioneiro; imigração de crianças e
jovens; expansão da imigração, colonização e
afluência de Capital para Israel; atração da
juventude judaica de todos os países para obter
educação secundária e superior em Israel;
apoio a Israel em sua luta pelos seus direitos e
posição internacional; realce da consciência
judaica e união entre os judeus da Diáspora
(que vivem fora de Israel) e a luta contra todos
os sinais de assimilação e alienação
própria."
Israel Incentiva a Não-Assimilação
Em Porto Alegre e em todas as cidades importantes
do país onde existem comunidades judaicas, lá
estão -quais sanguessugas -as organizações
sionistas, que, conforme o rabino Hirsch, só
corrompem os ideais do judaísmo.
Apresentando-se como "defensoras da
comunidade judaica", as organizações
sionistas apontam como inimigas todas as pessoas
que divergirem de suas versões criminosas da
História, não poupando esforços e meios para
injuriá-las com os epítetos de racista,
anti-semitas, nazistas, etc., nunca deixando de
invocar o alegado "holocausto" e o
indefectível Hitler, visando formar um ambiente
de união e proteção para a comunidade, apesar
de esta estar vendo e questionando as
manipulações das quais é vítima,
principalmente na arrecadação de dinheiro
destinada à manutenção do insaciável e
inviável Estado de Israel. Eu mesmo sou
apresentado como um perigo para a Comunidade...
Os sionistas criam "anti-semitas pois temem
e sabem que a comunidade judaica assimilar-se-á
totalmente aos povos e países que a abriga, caso
não se sinta constantemente ameaçada! Há
fortes indícios de que os membros da comunidade
estão cansados de sustentar financeiramente um
Estado belicista onde jamais irão viver, pois
aquele Estado criminoso foi criado às custas da
desgraça de milhões de vidas palestinas e
árabes em geral. Maquiavel já disse:
"Estúpido aquele que, ao matar o pai, deixa
vivo o filho". Ora, os filhos de milhões de
pais assassinados vivem naquela região, tornando
Israel eternamente inviável.
Da minha parte, não aceitarei calado que,
eventualmente, sionistas, seus agentes,
representantes ou quaisquer outros tipos de
farsantes criminosos, venham na minha Pátria,
exercer pressões, ameaças ou apontar como
racistas a brasileiros que, após exaustivas
pesquisas publiquem livros ou artigos que
contrariem suas opiniões. Tampouco calarei na
constante denúncia contra a avalanche de filmes,
miniséries, noticiários e livros que poluem a
História, espalhados e repetidos por todo o
planete até a náusea.
Sugestão Para Uma Verdadeira Paz
1º - Não deve haver jamais discriminação
contra raças, entre as quais destaco a negra,
que não é discriminada apenas em Israel (mesmo
quando pertencem à mesma religião), mas também
em outros países e -inclusive -na nossa Pátria.
Os negros, por sua vez, também não deverão ter
ressentimento contra os judeus, por terem sido
eles os principais traficantes de escravos
durante mais de 300 anos, fato que ocasionou a
morte de milhões deles (aproximadamente 40
milhões no mundo todo e seguramente o maior
Holocausto de toda a História). Felizmente
nota-se ultimamente uma rápida integração do
negro em praticamente todas as atividades sociais
e culturais do nosso país, a despeito da
campanha diária e sistemática dos meios de
comunicação que tentam criar de qualquer
maneira um clima de animosidade entre as diversas
etnias que formam o Brasil.
2º - Identificar e acabar com a imposição de
obrigar pessoas a casar somente com membros de
sua religião ou raça.
3º - Impedir pela Lei e promover cursos de
educação e esclarecimento para que determinados
membros da comunidade judaica deixem de se
considerar superiores aos demais humanos, parte
de um povo eleito, ou se arrogarem direitos de
"classe privilegiada", conforme mostrei
anteriormente. Expressões com a do rabino Yaakov
Perrin, de que "um milhão de árabes não
valem a unha de um único judeu" exalam
somente ódio e violência, portanto,
inadmissíveis para uma convivência pacífica.
4º - Permitir a ampla e irrestrita liberdade de
pensamento e de pesquisa, jamais aprovando leis
inconcebíveis como a de Delito de Opinião(!)
conforme já existem na Alemanha e França e,
proximamente, na pequena, exemplar e até agora
democrática Suíça. Que a "Polícia do
Pensamento" se restrinja às obras de
ficção de Orwell...
5º - e, por último, voltar ao status pré 1948
na Palestina, entregando a terra a seus únicos e
verdadeiros donos: os palestinos.
Com referência a este 5º e último item da
minha sugestão para uma paz definitiva na
região -e até no mundo -acrescentaria que
ninguém, mas ninguém mesmo tem o direito de
obrigar um povo -que ocupa há mais de 1.500 anos
a cede-las, contra a sua vontade a terceiros
-principalmente a inimigos -para a formação de
um país. Aliás, neste ponto uma das
alternativas apresentadas por Hitler para a
solução do problema judaico europeu -ou seja, o
assentamento de todos ou judeus na paradisíaca
ilha de Madagascar -pecava também por este tipo
de visão colonialista que não levava em
consideração os direitos dos nativos.
Na verdade a ONU, atendendo à pressão sionista,
criou o câncer na Palestina, o qual, desde o
primeiro dia de sua criação não trouxe outra
coisa para aqueles sofridos povos do que a
desgraça, a insegurança e a morte. Que ninguém
acredite em paz enquanto os palestinos não
recuperarem todo o seu território.
Qualquer pessoa que se colocar no lugar dos
palestinos, entenderá o problema.
Ainda Resta Uma Esperança
Os mesmos fanáticos sionistas que conseguiram
seu objetivo territorial -fundando o milenarmente
esperado Lar Nacional Judaico, ou seja a
messiânica Volta a Sion -não conseguiram
oferecer a tranqüilidade que o povo judaico
desejava e ansiava, apesar de já transcorridos
46 anos da sua fundação. O problema consiste no
local, que foi erradamente escolhido para ser o
Lar Judaico. Possuir uma Sede
Administrativa/Religiosa em Jerusalém para a
comunidade religiosa judaica mundial -a exemplo
do Vaticano para os católicos -seria uma
pretensão que nem o mais radical membro do Hamas
deixaria de apoiar. Aliás, se assim tivesse
transcorrido, nem o Hamas teria se criado...
Surge então a questão mais importante, o
fundamental: quem, ou que país, poderia
oferecer, graciosamente e de forma oficial, uma
área protegida para servir de novo Lar Judaico?
Onde existe esta área disponível, onde os
judeus de Israel e do mundo poderiam se assentar,
sem preocupações com armamentos para agressão
ou defesa; uma área de terra bem mais fértil
que a árida Palestina, onde poderiam se abrigar
muito mais judeus do que no atual Israel, e sem
inimigos dentro e fora das fronteiras?
O mais indicado para resolver este delicadíssimo
assunto é justamente o que possui a maior área
de terras do Globo: Rússia.
Há exatamente 60 anos atrás, em 1934, Stalin
proclamou como Lar Judaico a rica região de
terras às margens do rio Armur, nos limites da
Manchúria, com o nome de República Socialista
Soviética Judaica de Birobidajn, área
explêndida e inicialmente atendida pela ferrovia
transiberiana. Foi a primeira vez que o povo
judeu teve a oportunidade de realizar o seu
milenar sonho: ter a sua pátria, o seu Estado
Nacional. A nova república estava destinada aos
judeus de qualquer parte do mundo. Bastava ser
judeu para ter o direito de lá se estabelecer.
Na época foi realizada uma campanha mundial para
que os judeus conhecessem e se instalassem no seu
futuro lar. Houve mesmo todo o empenho do governo
soviético e de intelectuais judeus de todo o
mundo no sentido de ser alcançado aquele
objetivo nacional. Porém em 1938 foi suspensa a
imigração para Birobidjan, iniciando-se a
intalação de outros grupos nacionais na
região, pois com todo o esforço e empenho não
se assentaram na nova república mais que 20.000
judeus, incluindo neste número os oriundos da
própria União Soviética. Em 1959, de uma
população total de 177.000 habitantes, menos de
14.000 eram judeus.
Portanto ainda existe uma solução para o
problema judaico/israelense atual: continua
havendo, em Birobidjan, lugar para os milhões de
judeus no mundo!
O Sionismo recusou receber uma terra fértil para
o seu povo -local onde nunca teriam problemas
-preferindo o "presente" recebido da
ONU, que lhe entregou algo que não lhe
pertencia! Inegavelmente a escolha foi totalmente
desfavorável, não só para o povo judeu, mas
para todo o Oriente Médio e a Humanidade como um
todo.
A ONU ou os hábeis negociadores israelenses
deverão extirpar o câncer, pois a situação de
Israel na Palestina não tem solução!
Finalmente, enquanto tratarem com a Rússia sobre
as novas negociações sobre Birobidjan -como
solução definitiva para o problema judaico -é
desejável que os sionistas interrompam de vez
sua arrogante prepotência racista, passando a
uma convivência pacífica e amistosa com os
povos que os acolhem.
Agindo assim, terão a oportunidade de ver que os
aparentes inimigos de seu povo, são criados por
sua própria imaginação e atitudes e que nós,
revisionistas, discordamos básica e firmemente
sobre fatos históricos e jamais sobre motivos
raciais, étnicos ou religiosos. Será sempre
total perda de tempo a tentativa de
transformar-nos também em racistas. |
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